E agora?
Pessoal, preciso da vossa ajuda, aconteceu-me uma coisa horrível. Estava eu muito bem aqui na redacção a fazer o meu trabalhinho quando se ouve de fundo a música das Doce, versão Rui Reininho. O meu cérebro começou de imediato a recusar as informações que lhe eram transmitidas pelos ouvidos e a dar erros constantes, mas como só conseguiram tirar a música ao fim de uns trinta segundos, já não consegui evitar estar sempre a lembrar-me dela. E já houve uma situação em que quase a começei a trautear. Conclusão: Não sei o que hei-de fazer. Estou em pânico. Ajudem-me, por favor. Tirem-me isto do cérebro!




Chama-se a isso “comichão cerebral” e, dizem as má línguas, que a solução é de facto cantar. Por isso enche-te de coragem, como se fosses tomar o pior xarope de todos e canta a canção. Eu sei que é difícil, pois se a versão original já era o que era, esta do Rui Reininho… por amor da santa, o gajo da editora que aprovou o lançamento daquilo só podia estar bêbado.
Coragem!
Abraço.
Ehh pá, não… Cantar aquilo é que não! Mas consegui resolver o problema. Entrei no carro com o último álbum dos U2 e ouvi-o quase todo com o volume tão alto que o Rui Reininho foi completamente exorcizado do meu cérebro.
Para isso só tenho uma coisa a dizer: kvlfglngldgnfd kjfnflkjfnkdjfvd kjdvjlsdvjsdds lkdcndlknbdkjb kjabcjbkckbj (em russo, e que em português quer dizer f…. tás maluco da marmita? Nem sequer voltes a pensar cantar isso! José Cid, sempre.