Moleskine-Mania

No mundo digital em que nos encontramos, uma agenda de papel e uma caneta já não são bem vistas por muita gente, mas a verdade é que, para muitos outros, esta ainda é a melhor solução que existe. O mundo da Moleskine tornou-se rapidamente para as agendas e para os blocos o mesmo que a BIC está para a esferográfica, na minha opinião pelo menos. São bonitos, práticos, têm uma história interessante e já geraram um culto por esse mundo fora que não se vê a sair de casa sem esta companhia. Há diversas soluções, com apenas dois tamanhos, mas podem-se abrir para cima ou para o lado. Há agendas, blocos lisos, pautados ou quadriculados, com pautas de músicas, com quadrados tipo BD, papel desdobrável japonês e até bolsas para tudo o que quisermos. Aliás, um destes pequenos bolsos é também uma característica de cada bloco ou agenda da Moleskine. Já há uns bons tempos que não dispenso o meu bloco quadriculado para os apontamentos que preciso ir tirando durante o dia, mas este ano, voltei a ter uma destas agendas. Vamos ver se a uso tanto como a que tive em 2007, ou se valeu mesmo a pena a compra desta edição especial de capa vermelha, acompanhada de um pequeno bloco a condizer. Hoje já é dia 5 e já conta com diversas coisas escritas, mas agora é que começa mesmo o dia de trabalho vamos ver. Entretanto, aconselho uma visita a alguns destes sites (este, este, este, este e aqui também), de forma a conhecerem um pouco da história desta empresa que ganhou nome em França, mas acabou por ficar nas mãos de uma editora italiana. Esta ainda mantém a produção destes blocos e agendas de uma forma artesanal, a mesma que cativou “gente” como Vincent Van Gogh, Pablo Picasso ou Ernest Hemingway e de que eu e diversas outras pessoas tanto gostamos. Mais do que uma agenda, é um objecto de culto muito bonito.

~ por André Mendes em 05/01/2009.

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